
Um panorama semestral, do 1º semestre de 2022 até hoje, reunindo dados da OMS, IBGE, Ministério da Saúde, Fiocruz, CFP, DATASUS, INSS e outros institutos de pesquisa. Cada página traz gráficos, contexto e fontes.

Homens ainda representam a maioria dos suicídios no país, mas 2025 mostrou aumento significativo da procura masculina por terapia — sinal de uma mudança cultural em curso.
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Jovens de 20 a 29 anos passaram a ser o grupo com maior prevalência de sintomas ansiosos e depressivos. A chamada 'crise do quarto de século' virou termo popular e clínico.
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A psicoterapia online consolidou-se como principal porta de entrada. Estimativas apontam que mais de 60% das novas terapias iniciadas no semestre foram remotas.
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Insônia crônica ultrapassou 30% da população adulta e a relação entre uso excessivo de telas, sono e ansiedade virou pauta central de saúde pública.
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Com o burnout oficialmente classificado como doença ocupacional pela CID-11, o primeiro semestre de 2023 viu um salto de atestados e uma nova onda de discussões sobre saúde mental no trabalho.
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O segundo semestre de 2023 colocou os jovens no centro da conversa. Uso intenso de redes sociais, ansiedade escolar e aumento da automutilação alarmaram profissionais e escolas.
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O primeiro semestre de 2022 marcou o pós-agudo da pandemia. Mesmo com o avanço da vacinação, ansiedade, insônia e sintomas depressivos permaneceram elevados, especialmente entre mulheres e jovens.
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No segundo semestre de 2022, o Brasil consolidou-se como o país com maior prevalência de transtornos de ansiedade do mundo segundo a OMS. Insônia e burnout ganharam espaço nos consultórios.
Ver estatísticasEste hub reúne dados publicados por fontes oficiais e institutos de pesquisa reconhecidos: OMS, IBGE (PNS), Ministério da Saúde (Vigitel, DATASUS, SIM/SIH), INSS, Fiocruz, CFP, CVV, Isma-BR, Instituto Cactus, Fonaprace, Datafolha e Ipsos. Quando não há divulgação semestral, os valores são estimados a partir das séries anuais disponíveis — cada página indica a metodologia e a fonte primária.