1. Psicanálise
Criada por Sigmund Freud, parte da ideia de que boa parte do que sentimos e fazemos é movida por conteúdos inconscientes. Na sessão, a pessoa fala livremente, e o analista ajuda a perceber repetições, desejos e conflitos que não estavam claros. Costuma ser um processo mais longo e menos diretivo. Saiba mais sobre psicanálise.
2. Terapia comportamental e cognitivo-comportamental (TCC)
Olha para a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos no presente. É estruturada, com objetivos combinados, técnicas específicas e tarefas entre as sessões. É a abordagem com mais estudos para quadros como ansiedade, pânico, fobias e TOC. Leia sobre TCC e sobre terapia comportamental.
3. Psicologia humanista
Tem como referência Carl Rogers e a terapia centrada na pessoa. Parte da ideia de que cada pessoa tem capacidade de crescimento, e que um ambiente de aceitação, empatia e autenticidade favorece essa mudança. O terapeuta acompanha mais do que conduz. Saiba mais sobre a psicologia humanista.
4. Gestalt-terapia
Desenvolvida por Fritz Perls, Laura Perls e Paul Goodman, foca no aqui e agora e na consciência do que se está sentindo, inclusive no corpo. Usa recursos vivenciais, como dar voz a partes de si ou a pessoas ausentes. Saiba mais sobre Gestalt-terapia.
5. Terapia sistêmica
Entende o sofrimento dentro das relações: família, casal, trabalho. Muito usada em terapia de casal e família, mas também no atendimento individual. Saiba mais sobre terapia sistêmica.
6. Psicologia analítica (junguiana)
Criada por Carl Jung, trabalha com o inconsciente pessoal e coletivo, símbolos, sonhos e o processo de se tornar quem se é (individuação). Costuma atrair quem busca autoconhecimento profundo. Saiba mais sobre a abordagem junguiana.
7. Terapia existencial
Inspirada na filosofia existencialista, trabalha temas como sentido da vida, liberdade, escolhas, solidão e finitude. A logoterapia, de Viktor Frankl, é uma das vertentes. Saiba mais sobre terapia existencial.